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Amadeu Dinis da Fonseca

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Amadeu Diniz da Fonseca nasceu a 1 de Março de 1951 em Lisboa, cidade musa que tantas vezes toma um papel central na sua obra. Apesar de encontrar inspiração no Tejo e nas sete colinas de Lisboa, o autor manteve sempre uma ligação próxima com as suas raízes beirãs. Crente e impulsionador dos ideais regionalistas colaborou com diversas instituições tabuenses para a promoção e desenvolvimento da terra dos seus antepassados. Fez parte de diversas direções da Casa dos Tabuenses em Lisboa, tendo sido seu presidente durante dois anos. Esta devoção à Beira Alta está-lhe no código genético e é responsável pela dicotomia de afetos entre a cidade e as serras presente desde os seus textos mais antigos.
O autor desde sempre sentiu o ímpeto da escrita, a vontade de brincar com as palavras e de lhes dar forma. O seu interesse pelo jornalismo nasceu em África, onde trabalhou para o diário Notícias da Beira (Moçambique). Anos mais tarde desempenhou o cargo de diretor do jornal O Tabuense e foi correspondente frequente de outros periódicos regionais. Amadeu Diniz da Fonseca elege, no entanto, a poesia como a sua forma de expressão preferencial e a música como a sua paixão. É a elas que dedica as últimas três décadas.
Os anos 80 e 90 são marcados por uma intensa atividade musical. Para além de participações no Festival da Canção da RTP, em 1992 dá início à sua colaboração com os Ministars sendo responsável pelas versões portuguesas de êxitos internacionais interpretadas por este grupo infanto-juvenil pertencente ao Coro de St.º Amaro de Oeiras que tem como maestro César Batalha que se torna um dos seus amigos de eleição. É também na qualidade de letrista que participa em campanhas de solidariedade do Pirilampo Mágico. Enquanto compositor e autor, participa ainda em trabalhos discográficos de reconhecidos cantores portugueses, incluindo António Sala, Luís Filipe Aguiar, António Pinto Basto e Alexandra. Temas que revelam o seu amor à região da Beira Alta estão bem patentes nalguns desses trabalhos. Poucos anos antes do centenário do Sport Lisboa e Benfica lança o Grito do Benfica (com interpretação de Carlos Guilherme, Alexandra e do Orfeão do SLB) sendo também de sua autoria, com a colaboração do seu amigo Jorge Quintela, o Hino comemorativo da efeméride. Mais recentemente alarga o seu repertório de fado de Lisboa, dos amores perdidos e da saudade. Os seus versos podem ser ouvidos na voz dos fadistas José da Câmara e Maria João Quadros, entre outros.
É cooperador da SPA-Sociedade Portuguesa de Autores.
A obra de Amadeu Diniz da Fonseca é o produto de uma multiplicidade de influências e de uma sensibilidade ímpar para decifrar emoções e sentimentos e transmiti-los através de palavras e melodias.

Ousadia
Autor: Amadeu Diniz da Fonseca
Pág.: 64
ISBN: 978-989-667-159-4
10,00 € Adicionar

Atualizado em: 05-11-2014


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